Bispo brasileiro: Os jovens têm direito à liturgia tradicional
Um jornalista perguntou sobre um possível "retorno" da missa no rito romano e falou sobre "jovens que se ajoelham para comungar" e "usam véu".
Monsenhor Amado respondeu que é importante ter em conta as tendências mais amplas, citando os dados dos censos de 2022 que mostram que o maior número de pessoas sem religião se encontra entre os 19 e os 39 anos.
"Não é que não acreditem em Deus. São 'sem igreja' - acreditam em Deus, mas não têm um caminho concreto dentro da Igreja", disse.
O Bispo Amado sugeriu que este facto pode levar os jovens a procurar pontos de referência religiosos, por vezes em formas passadas com as quais não cresceram.
Para ele, essa "diversidade" é legítima: "Têm o direito de ser assim? Sim, porque o catolicismo é plural por natureza, especialmente num mundo profundamente plural", afirmou.
Imagem: dom Joel Portela Amado, © Adielson Agrelos / CNBB, Tradução de IA